quinta-feira, 6 de setembro de 2007

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

Patentes e Funcões do Exercito BR no SL

EXERCITO BRASILEIRO -- Tiro de guerra -- UN SPECIAL FORCES -- =G.A.T.E=


Informativo quanto a organização dos Regimentos, patentes e funções:

Regimento 1

- Tiro de Guerra:
-Função do Grupo: Sendo o Regimento base do Exercito Brasileiro no sl Comandado pelo Coronel Tags, atua na triagem de recurtas e no treinamento dos novos integrantes, podendo indica-los para Cadete do Exercito Brasileiro.
-Patentes: O regimento dividi-se em 3 níveis
n1 - Recruta = Recém chegado, nao tem direito de usar Armas de Fogo fora de treinamentos, o nao cumprimento desta Lei acarretará em Banimento Permanente. A função do recruta é se apresentar devidamente Fardado em todos os chamados para Treinamentos com armas ou nao.
n2 -Recruta de Assalto= O recruta de assalto estará incluso no esquadrao de combate de curta distancia e receberá os devidos exercicios e treinamentos.
-Recruta de apoio= Este tem o mesmo nível do recruta de assalto mas receberá o treinamento em combates de longa distancia e será impregado em apoio ao grupo de assalto em exercicios de movimentação conjunta.
n3 -Cadete = Este nível cabe os melhores aspirantes do regimento dando ascesso a inclusão no Exercito Brasileiro com a patente de soldado.



Regimento 2

-Exercito Brasileiro:
- Função do Grupo: O grupo tem como principal função, ser uma força de reação e proteção de ilhas, locais, eventos e avatares brasileiros ou aliados que requeiram nossos serviços. Primando pela paz e respeito mútuo, representamos o Brasil em açoes conjuntas a exercitos estrangeiros.
- Patentes: O Exercito divide-se em 5 níveis de patentes.

n1 -Soldado =Este nivel pertence aos Cadetes do Primeiro regimento que conquistaram a patente de Soldado, sua função é responder aos chamados de treinamentos combates feitos pelos seus superiores além, é claro, de dar apoio ao grupo como um todo.
n2 -"APOIO"= Nesse nível estao os oficiais que nao usam armas, sendo eles os Engenheiros, tradutores e agente de assuntos secretos. É o cargo, sem comando sobre outros integrantes mais alto dos 4 Regimentos. Esses integrantes (menos os engenheiros) estão dispensados dos chamados de treinamento e de combate.
n3 -Major = Os Majores são integrantes de nível avançado quanto a armamentos, defesas e táticas de combate no SL, tendo como função promover os treinos dos soldados, ser a ponte de comunição entre os subalternos e os Comandantes gerais. São os líderes de esquadrão e tambem os professores nas classes de: Fuzileiro, Operador de metralhadora pesada, sub-metralhadoras, Franco Atiradores entre outros... Este nível da condições do integrante ser integrado aos Regimentos de elite.
n4 -Coronel =São os verdadeiros gerentes de todos os regimentos citados neste informe. São os Comandantes diretos dos Majores em combate, passando as intruçoes e garantindo o cumprimento das missoes passadas pelo comando geral.
n5 -General =Comandantes gerais, donos e responsaveis por traçar os parâmetros e objetivos das missoes e treinamentos, são os integrantes mais bem equipados do exercito, dispondo dos mais modernos e caros armamentos e sistemas disponíveis no SL.

Regimento 3

-Un-Br Special Forces:
-Função: Esquadrao de Elite, extremamente bem equipado contando com tanques de combate, helicópteros e artilharia. Representa o Brasil em operações conjuntas com exercitos de diversos países.

-Patentes: Neste Regimento as patentes se dão atravez de classes, formando um esquadrão de elite comandando pelos Generais.



Regimento 4

O "G.A.T.E" (Grupo de Apoio Tatico Especial) é uma equipe integrada por combatentes de equipes táticas reais (RL), e pessoas que embora não sejam militares na RL , possuem treinamento ou conhecimento tactico de combate com armas de fogo e equipamentos militares em situações diversas, dentro e fora do Sl.

O G.A.T.E é uma unidade com menos integrantes , tendo em vista que são os mais bem preparados combatentes encontrados em todos os grupos militares. O que falta em numero , sobra em qualidade de resposta de ação Possuem treinamento especial AVANÇADO em suas àreas de atuação. São portanto os mais bem equipados membros de todas as unidades de combate brasileiras no Sl , para não dizer , das internacionais tbm.

O grupo conta com helicopteros personalizados de diversos modelos , armamentos de alta tecnologia de scripts e funcionalidade , veículos 4X4 funcionais , viaturas , robot de vigilância e atack , entre muitos outros equipamentos para a utilização em combate e monitoração intensiva , com aplicações diversas como a ação preventiva em segurança de ilhas.

As divisões do G.A.T.E se dão nas seguintes categorias:

- OPERATOR : Possui treinamento intensivo em diversas áreas de atuação , podendo desempenhar suas funçoes em
qualquer tipo de situação. Entre eles: açoes em terra, agua ou mar , paraquedismo, piloto, support ,explosivos entre outros. É a unidade 1 de ação em combate . Esta unidade recebe apoio das unidades
relacionadas às outras funções , para em conjunto ,desenvolver e acionar os devidos mecanismos para resolução e eliminação de situações e alvos hostís, com a maxima eficácia e o minimo de perdas em combate.

- SNIPER : Pussui treinamento especial intensivo em combates à longa distância, sendo especializados na eliminação de alvos móveis ou estáticos, assim como desempenhar papeis fundamentais na observação e analize de
alvos em situações de risco eminente para o grupo e/ou usuários do SL. É responsavel por manter a segurança do time em situações de perigo eminente e manter posições de observação e visada de tiro, caso se torne nescessário.

- GUNNER : Equipe destinada ao manuseio de metralhadoras e equipamentos bélicos de grosso calibre , atuando em terra , ar ou mar , sendo as unidades aerotransportadas , responsaveis pelo efetivo fogo de supressão , coagindo a ação dos inimigos em combate e possibilitando o deslocamento da equipe em campo, com maior segurança. (esta unidade trabalha em conjunto com a unidade de snipers).

- PILOTO : Possui treinamento especial intensivo no que diz respeito à pilotagem de aeronaves de todo tipo , estando entre elas ,helicópteros de transporte e atack ,aviões comerciais, de combate e similares. Possuem
treinamento de paraquedismo e atuam no transporte de tropas e remoção de unidades de solo em situações de perigo eminente assim como resgate em perimetro urbano e patrulhamento de áreas e ilhas.

- APOIO : Equipe responsavel pela comunicação com exercitos estrangeiros e integrantes das mesmas. Desempenham funçoes de RP , tradução e ASSUNTOS SECRETOS , entre outras. Não possuem voz de comando sobre outros membros.

-ENGENHARIA : Estes membros , além de desempenhar funções de combate em campo , são também responsáveis pelo desenvolvimento de armamentos , munições , shields , uniformes , coletes , bombas , scripts , veículos e todo tipo de material utilizado pelos grupos. São designados como ENGENHEIROS DE ARMAMENTO.
Em campo estas unidades são responsáveis pela implantação de artefatos explosivos e contra atacke caso aja uso de scripts em situações de combate. Os mebros da unidade de engenharia , são também responsáveis pelo funcionamento e direcionamento de artilharias em combate

- GENERAIS: Os generais são a patente maxima nos grupos do TG , EB , GATE e UN. Os generais que desempenham as respectivas funções de comando geral , são os mesmos em todos os grupos. Sendo assim , estão todos os outros grupos descritos neste NOTE , subordinados à voz de comando dos GENERAIS , independente da tag utilizada como indicador ser de um ou outro grupo.

PS: Estão os membros do GATE , aptos ao treinamento de qualquer outro grupo militar da cupula , sendo que possuem conhecimento avançado em qualquer das categorias acima descritas.


QUAISQUER INFORMAÇÕES SOBRE RECRUTAMENTO , PRÉ-REQUISITOS , TAXAS e MODO DE FUNCIONAMENTO DAS PATENTES , DEVE SER SOLICITADO AOS MEMBROS DO PRIMEIRO E SEGUNDO ESCALÃO.

História do Exército Brasileiro e algumas coisas a +

[editar] Antecedentes
No período colonial o rei D. Manuel I, mandou organizar expedições militares com a finalidade de proteger os domínios portugueses na América, então recém-descobertos.
À medida em que colonização avançou em Pernambuco e São Vicente, as autoridades militares nativas e bases da organização defensiva da colônia começaram a ser construídas para fazer frente às ambições dos franceses, ingleses e holandeses.
Basicamente a História do exército brasileiro se iniciou em 1548 quando D. João III resolveu criar um governo-geral com sede na Bahia.
As primeiras intervenções de vulto ocorridas foram a expulsão dos franceses do Rio de Janeiro, no século do descobrimento, e do Maranhão, em 1615. À medida em que avançou a interiorização através do amplo movimento de expansão territorial no século XVII e do início do século XVIII, as Entradas e Bandeiras forçaram a organização da defesa do território recém conquistado. As forças expedicionárias de caráter eminentemente militar iniciaram a utilização da população local, particularmente de São Paulo, pelos capitães-mór, em busca de riquezas ou da escravização dos índios.

A Batalha dos Guararapes, óleo sobre tela por Victor Meirelles de Lima.
A guerra contra os holandeses, no século XVII, pela primeira vez mobilizou grandes efetivos no país, e particularmente começou a haver um sentimento de defesa nacional, independentemente da influência da coroa. A primeira Batalha de Guararapes (19 de abril de 1648) marca o início da organização do exército como força genuinamente brasileira formada por brancos locais, liderados por André Vidal de Negreiros, índios, liderados por Felipe Camarão e negros/mulatos, liderados por Henrique Dias. Esta data é comemorada como o aniversário do exército brasileiro.
Ao longo do século XVIII o Brasil-colônia teve sérios problemas de fronteira principalmente no extremo sul. Naquela época, eram freqüentes os choques entre luso-brasileiros e hispano-platinos, além disso, a força terrestre enfrentou a ameaça das rebeliões de índios e negros.
O marquês de Pombal tentou organizar de forma mais profissional o exército colonial, contratando para esse fim o conde Wilhelm Schaumburg-Lippe, militar alemão, que trouxe para auxiliá-lo vários oficiais estrangeiros.
Na reorganização promovida por Böhm construíram-se quartéis, casas de armas, fortificações e hospitais. A guarnição do Rio de Janeiro passou a ser centro de preparação para as tropas que demandavam o sul.

[editar] A Independência
Com a invasão de Portugal pelas tropas de Napoleão houve a fuga da corte para o Brasil. Em 1810, foi criada a Academia Real Militar, no Rio de Janeiro. O curso, tinha a duração de sete anos. Foram organizados os hospitais militares e os arsenais de guerra. Foram construídas indústrias de armas e fábricas de pólvora. A estrutura militar se organizou e se modernizou. As tropas de primeira linha começaram a admitir brasileiros. Estes passaram a integrar os regimentos de cavalaria do Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul, os corpos de artilharia de Santos, Santa Catarina e capitanias do norte e os batalhões de caçadores do Rio Grande do Sul.
Em 1815, com a elevação da colônia à categoria de reino muitas tropas regulares de Portugal desembarcaram no Brasil. A primeira era a divisão do Visconde da Laguna, Carlos Frederico Lecor. Esta época foi de importância extrema para a organização do sistema militar brasileiro. Começou a haver maior autonomia em relação a Portugal culminando com a criação do Ministério da Guerra e a centralização de todas as forças militares de terra.
Logo após a independência, em decreto mandado redigir por D. Pedro I, em 1º de dezembro de 1824, foram organizadas as forças militares brasileiras.

[editar] O Segundo Reinado
O exército imperial brasileiro foi reorganizado em 1831, em seguida, foi criada a Guarda Nacional, foram extintos os antigos corpos de milícias e ordenanças e as guardas municipais. Desde 1837 começou a haver a tentativa do serviço militar obrigatório no Brasil. A legislação tentou em vão em 1822, 1837, 1841, 1848 e 1852, a resolver o problema do recrutamento obrigatório. Porém, mais por razões políticas do que militares, não foi resolvido.
Em 1865, ao eclodir a Guerra do Paraguai, o Brasil não estava em condições de enfrentar o inimigo. Isso ocorreu devido ao fato de o Império negligenciar o preparo de suas forças armadas.
O exército imperial contava com apenas 16.834 oficiais e praças, disseminados pelas províncias num território de tamanho continental. Foi o Duque de Caxias que reorganizou o exército de forma eficiente, mesmo assim só após cinco anos de luta.

[editar] Da República aos nossos dias
No ano seguinte à Proclamação da República, em 1890, o ensino militar no Brasil foi reformado. Isto ocorreu por inspiração pelos ideais positivistas dos líderes republicanos. Nas escolas militares e nas casernas pregava-se a idéia de uma paz universal duradoura (o que não impediu o envolvimento em várias situações de combate dentro do país, como a Revolta da Armada). O marechal Hermes da Fonseca, ao assumir a pasta da Guerra em 1906, deu vigoroso impulso à reforma da estrutura militar do país. Estabeleceu o serviço militar obrigatório, por sorteio, e reorganizou o exército em bases modernas, reequipando-o. A lei do sorteio teve muitos protestos, porém, foi efetivamente aplicada em 1916, por contingência da Primeira Guerra Mundial.
Em 1919, o exército brasileiro foi reorganizado por uma missão militar francesa, chefiada pelo general Maurice-Gustave Gamelin. O movimento modernizante continuou após 1930, como resultado do processo revolucionário que alterou a vida nacional.
O Estado Novo transferiu em 1938 para o ministro da Guerra as funções efetivas de comando, passando o Estado-Maior a órgão assessor, sem as prerrogativas e responsabilidades deferidas pela legislação anterior.

Força Expedicionária Brasileira (FEB).
Com a declaração de guerra ao Nazismo em 1942, acabou por se constituir por imposição da política internacional, o alinhamento do Brasil aos Estados Unidos, através da Comissão Mista Brasil-Estados Unidos. O país colaborou no esforço de guerra aliado, enviando para o teatro de operações da Itália a Força Expedicionária Brasileira (FEB), cuja organização e treinamento obedeciam aos padrões das grandes unidades norte-americanas. Em 1944, o País enviou para o teatro de operações europeu uma força expedicionária organizada em curto espaço de tempo, sob o comando do General Mascarenhas de Moraes. Designada para operar na Itália, durante o tempo em que esteve em combate, compondo o V Exército dos Estados Unidos da América, a Divisão brasileira sofreu mais de 400 baixas por morte em ação. Antes que o conflito terminasse, havia feito mais de 15.000 prisioneiros de guerra e capturado duas divisões inimigas. Na Itália, a FEB cobriu-se de glórias, combatendo tropas aguerridas, ao lado de soldados calejados por anos de campanha. Com o término da Segunda Guerra Mundial o Exército entrou em processo de assimilação da doutrina militar norte-americana, mais moderna que a francesa.

Militares brasileiros embarcando para o Timor-Leste.
A partir de 1960, passou a estudar e desenvolver uma doutrina própria, adaptada às condições e à realidade brasileiras.
Após o golpe de 1964 e durante todo o período dos governos militares, o Exército participou de operações de repressão a movimentos guerrilheiros e de subversão. Com a promulgação da constituição, em 1988, o Exército e as demais Forças Armadas se afastaram do núcleo político brasileiro, voltando-se para suas missões constitucionais.
Com o novo cenário internacional após o fim da bipolaridade Estados Unidos da América - União Soviética, o Exército foi chamado a respaldar a política externa brasileira, passando a atuar em diversas missões de paz patrocinadas pela ONU, tais como em Angola, Moçambique e Timor-Leste, além de enviar diversos observadores militares para várias regiões do mundo em conflito. No ano de 2004 o exército brasileiro passou a comandar as forças de paz que se encontram no Haiti.

[editar] Arsenal Bélico

[editar] Pistolas
Pistola 9mm M973 IMBEL
Calibre: 9 mm Parabelum
Peso s/carregador: 1.100 kg
Tipo: de porte
Emprego: Individual
Funcionamento: Semi-automático
Capacidade do carregador: 07 tiros
Origem: Brasil
Pistola 9mm Beretta/Taurus M975
Calibre: 9 mm Parabelum
Peso c/carregador vazio: 0,950 kg (aproximadamente)
Tipo: de porte
Emprego: Individual
Funcionamento: Semi-automático
Capacidade do carregador: 15 tiros
Origem: Brasil

[editar] Metralhadoras
Metralhadora M9 M972 (Beretta/Taurus):
Calibre: 9 mm;
Peso sem o carregador: 3 kg (aproximadamente);
Tipo: Portátil;
Funcionamento: Automático;
Emprego: Individual;
Capacidade do carregador: 30 ou 40 cartuchos;
Origem: Brasil.

Metralhadora .50 M2 HB "BROWNING".
Metralhadora .50 M2 HB "BROWNING":
Calibre: .50 (12,7 mm);
Peso: 38,150 kg;
Tipo: Pesada;
Funcionamento: Automático;
Emprego: Coletivo, Contra Pessoal, Blindados, Aviões e Barcos;
Alcance de utilização: 1.800m (aproximadamente);
Alcance máximo: 6.800m (aproximadamente);
Cadência de tiro: 450/550 tpm;
Capacidade do carregador: Fita com elos metálicos; normal 100 cartuchos;
Origem: EUA.
Metralhadora 7.62 M971 MAG:
Calibre: 7.62 mm;
Peso: 10,8 kg;
Tipo: Portátil;
Emprego: Coletivo;
Funcionamento: Automático;
Alcance máximo: 3.800 metros;
Utilização:
Sobre bipé: 800 metros;
Sobre reparo: 1.800 metros;
Cadência de tiro:
Máximo: 1.000 tpm;
Mínimo: 600 tpm;
Origem: Bélgica.

[editar] Fuzis
Fuzil 7,62mm M964 - FAL (Fuzil Automático Leve)
Calibre: 7,62 mm
Peso s/carregador: 4,200 kg
Tipo: Portátil
Alcance máximo: 3800 m
Alcance de utilização: 600 m
Emprego: Individual
Funcionamento: Automático
Capacidade do carregador: 20 tiros
Origem: Brasil
Fuzil 7,62mm M964 A1 (PARAFAL)
Calibre: 7,62 mm
Peso s/carregador: 4 kg
Tipo: Portátil
Alcance máximo: 3800 m
Alcance de utilização: 600 m
Emprego: Individual
Funcionamento: Automático
Capacidade do carregador: 20 tiros
Origem: Brasil
Fuzil Metralhadora 7,62mm M964 (FAP)
Calibre: 7,62 mm
Peso: 6 kg
Tipo: Portátil
Alcance máximo: 3800 m
Alcance de utilização: 600 m
Emprego: Coletivo
Funcionamento: Automático
Capacidade do carregador: 20 tiros
Origem: Brasil

[editar] Canhões

Canhão AC SR 84 mm M3 - Carl Gustaf.
Canhão AC SR 84 mm M3 - Carl Gustaf
Calibre: 84 mm
Peso: completo 10 kg
Tipo: Portátil
Emprego: Coletivo anticarro
Funcionamento: Tiro simples
Origem: Suécia
Can Gem 35 Au AAe OERLIKON
Calibre: 35 mm
Peso Total: 6.650 kg
Tipo: Auto-rebocado
Cadência de tiro: 1100 tpm
Emprego: Coletivo antiaéreo
Funcionamento: Automático
Origem: Ítalo-Suiço
Can 40 mm M947 AAe Au Bofors
Calibre: 40 mm
Peso: 2.100 kg
Tipo: Auto-rebocado
Emprego: Coletivo antiaéreo
Funcionamento: Automático
Origem: Suécia
Can 40 mm M985 AAe Au Bofors
Calibre: 40 mm
Peso Total: 5.250 kg
Cadência de tiro: 300 tiros/min
Tipo: Auto-rebocado
Emprego: Coletivo antiaéreo
Funcionamento: Automático
Origem: Suécia
Can SR 106mm M40 A1
Calibre: 106mm
Tubo Canhão: 114 kg
Subcalibre .50: 11,350 kg
Reparo M79: 81,720 kg
Tipo: Autotransportado
Emprego: Coletivo anticarro
Funcionamento: Tiro simples
Alcance de utilização: 1100m
Alcance máximo: 7700m
Origem: EUA

[editar] Obuseiros
Obuseiro Leve 105 L118 Light Gun
Calibre: 105 mm
Peso Total: 1.860 kg
Tipo: Auto-rebocado
Emprego: Coletivo
Funcionamento: Tiro simples
Alcance útil: 11,5 km (c/carga super)
Alcance máximo: 17,2 km (c/carga super)
Origem: Inglaterra
Obuseiro Leve 105 M101 AR
Calibre: 105 mm
Peso: 2.030 kg
Tipo: Auto-rebocado
Emprego: Coletivo
Funcionamento: Tiro simples
Alcance máximo: 10,1 km
Origem: EUA
Obuseiro 105 mm M56 Oto Melara
Calibre: 105 mm
Peso Total: 1.290 kg
Tipo: Auto-rebocado
Emprego: Coletivo
Funcionamento: Tiro simples
Alcance máximo: 10,22 km
Origem: Itália
Obuseiro 155 mm M114 AR
Calibre: 155 mm
Peso: 5.700 kg (aproximadamente)
Tipo: Auto-rebocado
Emprego: Coletivo
Funcionamento: Tiro simples
Alcance máximo: 19,5 km
Origem: EUA

[editar] Lança Granadas

Lança Granada 40mm M79.
Lança Granada 40mm M79
Calibre: 40 mm
Peso Total: 5.95 kg
Tipo: Portátil
Emprego: Individual
Funcionamento: Tiro simples
Origem: EUA
Lança Granada 40mm Mod GL6
Calibre: 40 mm
Peso: 5.3 kg
Tipo: Portátil
Alcance mínimo:
Em combate: 30m
Em treinamento: 80m
Alcance máximo: 400m
Emprego: Individual
Funcionamento: Repetição
Origem: EUA

[editar] Lança Rojão
Lança Rojão AT-4
Calibre: 84 mm
Peso: 6,7 quilogramas
Emprego: Individual anticarro
Funcionamento: Tiro simples e tubo descartável
Tipo: Portátil
Velocidade inicial: 250 m/s
Alcance eficaz: 300 metros
Alcance máximo: 2100 metros
Empresa: FFV ORDNANCE
Origem: Suécia

[editar] Aviação
O Exército opera cerca de 82 helicópteros:
Eurocopter Cougar (HM-3) - 8 - transporte
Eurocopter Fennec (HA-1) - 20 - ligação, observação e ataque
Eurocopter Panther (HM-1) - 34 - transporte, manobra e ataque
Helibras HB 350 (HA-1) - 16 - utilitário, ataque
Sikorsky S-70 (HM-2) - 4 - transporte, manobra

[editar] Organização
O Exército está organizado em vários Grandes Comandos, unidades e subunidades espalhadas por todo o Brasil. O território nacional é dividido, conforme a área de atuação de cada uma, em:
Comandos Militares do Brasil
Comando Militar da Amazônia - CMA - com sede na cidade de Manaus - AM e jurisdição sobre os territórios das 8ª e 12ª Regiões Militares;
Comando Militar do Nordeste - CMNE - com sede na cidade do Recife - PE e jurisdição sobre os territórios das 6ª, 7ª e 10ª Regiões Militares;
Comando Militar do Oeste - CMO - com sede na cidade de Campo Grande - MS e jurisdição sobre o território da 9ª Região Militar;
Comando Militar do Planalto - CMP - com sede na cidade de Brasília - DF e jurisdição sobre o território da 11ª Região Militar;
Comando Militar do Leste - CML - com sede na cidade do Rio de Janeiro - RJ e jurisdição sobre os territórios das 1ª e 4ª Regiões Militares;
Comando Militar do Sudeste - CMSE - com sede na cidade de São Paulo - SP e jurisdição sobre o território da 2ª Região Militar; e
Comando Militar do Sul - CMS - com sede na cidade de Porto Alegre - RS e jurisdição sobre os territórios das 3ª e 5ª Regiões Militares.
Regiões Militares do Brasil
1ª Região Militar - com jurisdição sobre os Estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, e sede do Comando na cidade do Rio de Janeiro - RJ;
2ª Região Militar - com jurisdição sobre o Estado de São Paulo, e sede do Comando na cidade de São Paulo - SP;
3ª Região Militar - com jurisdição sobre o Estado do Rio Grande do Sul, e sede do Comando na cidade de Porto Alegre - RS;
4ª Região Militar - com jurisdição sobre o Estado de Minas Gerais, exceto a área do Triângulo Mineiro, e sede do Comando na cidade de Belo Horizonte – MG;
5ª Região Militar - com jurisdição sobre os Estados do Paraná e de Santa Catarina, e sede do Comando na cidade de Curitiba - PR;
6ª Região Militar - com jurisdição sobre os Estados da Bahia e de Sergipe, e sede do Comando na cidade de Salvador - BA;
7ª Região Militar - com jurisdição sobre os Estados do Rio Grande do Norte, da Paraíba, de Pernambuco e de Alagoas, e sede do Comando na cidade do Recife - PE;
8ª Região Militar - com jurisdição sobre os Estados do Pará e do Amapá, a área do Estado do Tocantins limitada ao Sul pelos municípios de Wanderlândia, Babaçulândia e Xambioá (estes inclusive) e as áreas dos Municípios de Açailândia, João Lisboa, Imperatriz, Amarante do Maranhão, Montes Altos, Sítio Novo, Porto Franco, Estreito e Carolina, todos no Estado do Maranhão, e sede do Comando na cidade de Belém - PA;
9ª Região Militar - com jurisdição sobre os Estados do Mato Grosso do Sul e do Mato Grosso, e sede do Comando na cidade de Campo Grande - MS;
10ª Região Militar - com jurisdição sobre os Estados do Ceará, do Piauí e do Maranhão (exceto a área sob jurisdição da 8ª RM), e sede do Comando na cidade de Fortaleza - CE;
11ª Região Militar - com jurisdição sobre o Distrito Federal, os Estados de Goiás e do Tocantins (exceto a área sob jurisdição da 8ª Região Militar) e a área do Triângulo Mineiro, e sede do Comando na cidade de Brasília - DF; e
12ª Região Militar - com jurisdição sobre os Estados do Amazonas, do Acre, de Roraima e de Rondônia, e sede do Comando na cidade de Manaus - AM.
Há ainda as Brigadas militares.
Os maiores escalões organizacionais do Exército são o Estado-Maior do Exército (órgão de direção geral) e os Departamentos (órgãos de direção setorial): Departamento-Geral do Pessoal, Departamento de Ensino e Pesquisa, Departamento de Ciência e Tecnologia, Departamento Logístico e outros. O braço operacional do Exército é denominado Força Terrestre e é constituído pelas Divisões de Exército, Brigadas e unidades de combate e de apoio ao combate.
Desde 1991 as mulheres obtiveram o direito de ingressar no exército brasileiro.

[editar] Educação
O exército brasileiro mantém uma das mais fortes estruturas educacionais superiores do Brasil, atuando nos mais diversos ramos.
Entre suas principais instituições de Ensino Superior, estão:
AMAN - Academia Militar das Agulhas Negras
IME - Instituto Militar de Engenharia
EsAEx - Escola de Administração do Exército
EsSEx - Escola de Saúde do Exército
ECEME - Escola de Comando e Estado-Maior do Exército
Além destas, possui importantes centros de formação, como a EsSA - Escola de Sargentos das Armas, a EsIE - Escola de Instrução Especializada, a EsPCEx - Escola Preparatória de Cadetes do Exército, o CPOR - Centro de Preparação de Oficiais da Reserva, o NPOR - Núcleo de Preparação de Oficiais da Reserva e a EsAO - Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais